segunda-feira, 10 de março de 2014

descivilizada

e no meio dessa civilização
tem gente que se vende,
tem gente que se troca,
tem gente que não entende.
e tem gente choca!

tem quem que resposta
mais pergunta sem querer,
e no meio de tantas provas
se vai dizer o que?

eu faço tudo que eu posso
eu não tenho tudo aquilo que queria
e no meu estresse me descontrolo
como vou viver uma vida sadia

eu tento não mudar meu foco
trabalho todo dia
acorda com o galo
segui a matilha

direcionada aos trilho de ferro
pra trabalha nos cativeiros da burguesia
faze dinheiro do suor do meu rosto
e me aposenta um dia

o dilema de uma vida
a resposta certa pra filho de pobre
que sonhe em trabalha
e não te que vive de corre

estudo e ilusão
pra quem não que morre de cede e fome
pergunta lá no meu maranhão
se eles prefere comida ou um livro que faça com que eles sonhem

e é assim que se espreita nas beiradas
uns passam por baixo
outros mudam de estrada
e tanto caminho que o sentido da razão não nos levou a nada

e no meio de tanta ilusão
 onde o fruto que se planta
 só comemos a metade
o resto e sempre do governo a melhor metade