quinta-feira, 6 de março de 2014

Perguntas sem sentido

quem sou? de onde vim? pra onde vou? afinal quem nos inventou a criação? ou meu senhor? qual o sentido da vida? Porque o mundo e redondo? Qual e a brisa dessa filosofia? porque o céu e azul? Porque penso? Porque não sei voar? Deus existe? Existe vida fora do planeta?quantos mundos existe? Quantas coisas não sei? Quantas coisas eu sei? O que e o tempo?existira vida após a morte ?

porque me pergunto, coisas sobre o mundo, se eu ainda não sei nem andar.
e um absurdo querer intender tudo sem saber nem ao menos saber falar
porque me incomodo porque me agonia essa distancia do saber
e tão mais fácil esquecer do que se perguntar o porque

a perguntas sem sentidos que movem meus pés do chão
as vezes não consigo me distanciar
as vezes me pergunto quem eu sou pra não me desfazer de quem eu era
e se de onde vim não tiver teto qual será o limite da minha inspiração

estou tão cansado pra ir pra algum lugar
que em meio ao caos da criação
me pego inventando um jeito novo
de inventar a civilização

o meu senhor qual e o sentido da vida
o mundo e redondo será que e porque
quer me fazer rodar
em torno do nada só pra me fazer pensar

e essa tal de filosofia que insiste em me ludibriar
pra concorda com a maluquice que cada ser pode criar
me de um detalhe ou me explica coisas que eu não poderia imaginar
se o céu e azul por que hoje ela está tão cinza

porque pensei que poderia mudar algo que sempre será em vão
porque não posso voar e se pudesse pra onde iria
se deus mora no céu por que asas ele não me daria
ate posso imaginar e melhor guiar do chão

e a muito distante muito antes já disseram isso em algum lugar
talvez se um vizinho meio distante vinhesse me visitar
de um lugar que talvez não exista como e que eu iria o recepcionar
talvez eu diria que ele nao existe e nao vai poder entrar

quantas coisas eu sei e será que não foi alguém que veio me contar
quantas eu nao sei e e todos vem me falar
dai pra entender o que se quer dizer sem se saber
o importante e crer que se o tempo vê
um dia a de se saber mesmo se não for no meu viver
a morte a de me esclarece